- O sistema encefálico
O conhecimento é uma parte
fundamental da vida humana. Toda pessoa nasce, se desenvolve e se prepara a vida
independente. Todavia, esta existência se potencializa a partir do processo de
formação e desenvolvimento de cada Ser e este processo de formação e
desenvolvimento depende dos conhecimento adquiridos ao longo da vida. O pensamento,
a ideia e o desejo se sempre estão imbricados na realização do agir humano.
O presente texto tem por objetivo
apresentar uma análise do que seja conhecimento e, em conseqüência, os aspectos
físicos e psíquicos da ação humana. A ação humana é um produto da simbiose
complexa do Eu constituído e mundo externo. Cada indivíduo é um produto da vida
coletiva, mas há que se atingir, ainda que duvidosamente, a constituição
particular de cada indivíduo. Cada um seria um Eu próprio e autenticamente
diferenciado dos demais. Será?
É possível afirmar quando se deu o surgimento
do sujeito pensante na história, capaz de racionalizar inteligentemente a sua
capacidade e a vida ao seu redor. Este sujeito, após o desenvolvimento do
saber, tornar-se-ia, no futuro, um Ser possuidor de uma consciência autêntica.
O alcance desta consciência
individualizante seria derivada de um complexo processo de formação social, que
relaciona direta e permanentemente o Ser e ambiente externo (seu grupo direto
de convivência, os meios formais de formação, as referências religiosas
existentes, as ideias contidas nos livros..).
Eis, portanto, indagações
pertinentes:
a)
O processo de formação de
um Eu individualizado (único entre todos os seres), possuidor de uma
consciência autêntica, transforma realmente, em algum momento da vida, o Ser em
alguém puramente único, imune as influências externas a que foi e é submetido?
b)
Ou, todos somos em grande
parte produto do meio social vivenciado ao longo da vida, iludidos de que nos
diferenciamos de todos os demais em conteúdo e forma de pensar e agir?
c)
Qual o real poder das forças externas sociais sobre o indivíduo?
Em sua obra “O mistério da
consciência”, António Damásio afirma: mesmo sendo
verdade que o aprendizado e a cultura alteram a expressão das emoções e lhes
conferem significados, as emoções são processos determinados biologicamente, e dependem de
mecanismos cerebrais estabelecidos de modo inato,
assentados em uma longa história evolutiva”.
São indagações que nos mantém em
dúvida, pois a razão é própria da condição humana, mas a estrutura mental (conhecimentos,
desejos...) é resultado de um processo de formação realizado por agentes
externos, desde a infância. A consciência é um elemento humano, mas o
conhecimento adquirido por processos produtores de um ser completo e complexo é
de fato indeterminado.
A sugestão desta reflexão é sobre o
modo como nos preparamos e nos tornamos para viver em sociedade, a partir de
conhecimentos capazes de dar a cada um a consciência autêntica, e sobre a
qualidade de nossas ações a partir de cada processo de formação individual (ética e subjetiva),
bem como o sobre o papel que os conhecimentos adquiridos interferem na
existência individual.
A vida coletiva sugere que tenhamos
uma aquisição ética, adquirida ao longo do crescimento, possível por meio de uma formação direcionada a um tipo
adequado de pessoa, com capacidades individuais que permitam pensar, agir e
orgulhar-se, isto é, viver com o mínimo de frustrações e o máximo de felicidade,
além da aceitação e aprovação coletiva. Ao fim destas supostas fases de
formação, deveria haver o suposto resultado prático: a felicidade obtida pela força individual,
resultado da consciência autêntica. Afinal, pressupõe-se, desde a Filosofia
Clássica, que cada um busque sua felicidade, como meta universal da condição
humana, e uma pessoa feliz contribui positivamente para a felicidade do outro.
O inverso também se aplica. Para Aristóteles a regra seria: todo ser humano
pode ser bom se conhecer a bondade. Para Kant: aja como sua ação se torne uma
regra universal, independente de suas vontades próprias. A regra para Kant
seria o necessário ético, não a felicidade individual.
Eis, novas indagações:
a)
A consciência autêntica e
ética seria possível, mesmo que sejamos forjados e modelados por fontes exógenas
diversas e com conceitos e valores diversos?
b)
Haverá um conceito máximo
de felicidade, capaz de servir de paradigma a todos os seres humanos?
c)
Qual a melhor de viver que
conduza a tal felicidade?
É bem possível que a consciência
autêntica, sendo aquela que cada um
possua como única e própria, não passe de uma ilusão convincente, que aceitamos
como forma de nos acalentar, a qual defendemos arduamente de críticas externas,
como se cada uma de fato a possuísse, e que nos tornasse verdadeiramente um ser
subjetivamente único. Tal questão não apresenta respostas exatas, mas nos
conduz a ideia de que a luta por uma consciência autêntica é fundamental na
jornada individual da vida, mesmo que virtudes e regras morais devam ser
universais.
Embora a individualidade (enquanto
Ser Único) possa ser relativa (Ser como produto complexo de vários fatores de
influência formadores do Ser), é importante a ideia de individualidade. A ideia
de individualidade (Ser Único com conteúdo subjetivo único) nos torna fortes e possuidores de valores
próprios, e estes valores devem ser demonstrados ao longo da vida como
pertencente somente ao Ser Único. Na
medida em que nos relacionamos na vida coletiva percebemos que há uma
necessidade de nos colocarmos como nós mesmos, sem máscaras (embora a
psicologia social afirme que a persona
seja constituída de várias máscaras, as quais utilizamos em ambientes e
situações próprias) .
Desta forma a coexistência admite a
diferença entre os seres humanos. Admite que cada um é único na sua forma de
pensar e viver. Viver e defender as próprias ideias é uma saga irreversível.
Portanto, pensar na individualidade a partir da consciência autêntica é
subjetivamente possível e positivo. A questão é se de fato o conteúdo desta
consciência é única, considerando que há padrões e regras utilizados pelos
meios de formação pessoal (família,
escola, religião...). Podemos afirmar que há uma evidente relação entre a
formação da consciência autêntica e o conhecimento, posto que é a partir do
conhecimento adquirido que nos formamos.
Pelo ponderado até o momento, antes
de considerarmos a existência da consciência autêntica, torna-se fundamental
conhecermos o objeto do referido processo de formação, isto é, o conhecimento. O
conhecimento é produzido e divulgado no ambiente externo e apropriado por cada
indivíduo. Com o conhecimento nos tornamos e agimos. E, por fim, “Somos” aquilo
que conhecemos e realizamos.
Mas, como conhecemos? O que é
conhecimento? O que devemos e podemos saber? Como devemos usar o conhecimento?
Inicialmente, torna-se, por uma
questão didática, fundamental construirmos uma nítida noção do que seja “conhecimento”.
Eis, portanto, a primeira ponderação formal-conceitual deste texto. Então,
vejamos...
A vida está baseada na informação, no processamento individual da informação (recepção, interpretação,
conclusões e ações), que gera o
conhecimento, e conseqüentemente no agir
humano.
O encéfalo é o aparelho físico deste
processo formado pelo cérebro e também o sistema nervoso, dentre outras partes.
A capacidade de entendimento dos fatos e das ações resultantes desta
capacidade só é possível pela força da
razão humana. A razão humana se apresenta como o complexo físico-intelectual
que fundamenta a existência e a finalidade do intelecto.
As forças subjetivas que atuam sobre
esta capacidade de entendimento estão nas estruturas não físicas do aparelho
psíquico. Desta forma, há sim uma ligação subjacente entre a estrutura física e
a mente. Seria, pois, o cérebro a máquina e o aparelho psíquico o seu núcleo
não-físico, compreendido como a mente ou mesmo, como a consciência. A mente
pode ser entendida como a potência ativa dos desejos controláveis ou
incontroláveis. O sistema nervoso interliga todas estas forças a partir dos
elementos celulares da vida humana, mais precisamente pela ação dos milhões de
neurônios que se comunicam. Assim sendo, a informação,
o conhecimento e a ação humana tornam-se altamente
complexo e profundamente ainda indefinido, cujos estudos serão, provavelmente,
infinitos. Para Karl Popper “o
conhecimento é portanto essencialmente conjetural, sendo impossível a certeza
definitiva”.
Os estudos destes objetos
científicos são desenvolvidos pela neurociência e a neuropsicologia, como um
somatório de conhecimentos voltados a busca por mais informações sobre a formação e o funcionamento da
atividade cerebral, racional e intelectual do ser humano. Por estas múltiplas formas
de conhecimento científico, nas quais existem variáveis evidentes, podemos
admitir que o ser humano é capaz de conhecer, mas não de forma absoluta. E esta
capacidade o torna em condições de processar o conhecimento, interpretá-lo e
utilizá-lo segundo suas escolhas.
Toda informação se apresenta aos
sentidos humanos e, de imediato, é processado, seja inicialmente por sua
aparência e forma, ou por seu conteúdo visivelmente decifrável, ou ainda por
métodos experimentais eficientes. Portanto, fato, aparência, interpretação e conhecimento se interligam e movem o interesse humano. Este conhecimento ao ser processado
fundamenta a ação humana.
No entanto, a recepção da informação
pode desencadear uma reação racional ou emocional. Eis aqui uma questão
francamente frágil ao poder humano: o
efetivo controle de suas reações, pelas quais tanto podem determinar
reações razoáveis e aceitáveis, segundo
os juízos sociais, como também reações emocionais desproporcionais, refutadas e
inadmissíveis segundo os valores e regras sociais vigentes. Ainda que sejam lícitos,
determinados fatos podem provocar
desajuste e desequilíbrio emocional. A reação pode significar um sofrimento
temporário ou permanente para aquele que se depara com o fato indesejado que
causa imediata repulsa. Mas esta repulsa revela o complexidade do fenômeno
sistêmico, posto que é identificada, processada, avaliada e, posteriormente,
surge a reação. Desta forma, a reação emocional é uma decisão influenciada por
um sentimento reativo contra o fato que causou a referida reação. A razão
geralmente pouco interfere.
Mais uma vez estamos diante do
incrível e complexo sistema cerebral, que vinculado ao sistema nervoso,
demonstra o quanto é poderoso o conhecimento sobre sua estrutura e seu funcionamento.
Não há conhecimento sobre tal tema.
Sabe-se que, de acordo com a divisão
científica definida para a estrutura do encéfalo, há partes responsáveis pela
recepção das informações, bem como há partes responsáveis pela reação emocional,
o chamado sistema límbico. No caso,
o cérebro, como parte física do encéfalo, está dividido em três partes: a parte externa chamada de córtex
(responsável pelas funções cognitivas e emocionais), a parte interna dividida em subcorticais (hipocampo, amigdala,
tálamo...) e a massa branca (onde se concentram os neurônios) e a parte posterior (responsável pelo
equilíbrio corporal).
O cérebro se divide em lobos: lobo
frontal (pensamento e planejamento); lobos occipitais (informação visual);
lobos temporais (estímulos e memorização); lobos parietais (sensações do corpo).
Mas, o que nos importa é a função cognitiva e executora da ação humana, pois
nestas funções estão concentradas o recebimento da informação, o processamento
das informações, a interpretação das informações e as ações humanas
decorrentes. A ação humana é, pois, o resultado de um amplo e aceleradíssimo
processo complexo. Após a informação a reação racional ou emocional é imediata,
podendo haver a ação conseqüente ou não.
Superada a fase de elucidação sobre
a estrutura e o funcionamento da atividade encefálica (percepção dos fatos e
informações; processamento das informações; e ação humana, racional ou
emocional) direcionam-nos ao tema central que é o “conhecimento”.
- Conhecimento
O conhecimento foi objeto de
conceituação por filósofos e cientistas, motivo pelo qual não há uma única
apresentação do termo, ou mesmo do conteúdo de sua essência. O vocábulo, cuja
origem é o latim, significa procurar saber ou conhecer. Mas, diante das fontes
sobre o que significa, é preciso identificar a classificação entre as divisões
aceitáveis: conhecimento filosófico, conhecimento empírico, conhecimento
religioso e conhecimento científico. Existe ainda o senso comum, mas este
se descarta por não conceder uma informação válida sobre algo.
Uma outra
questão importante é o quanto valoramos um conhecimento, o que neste sentido
pode causar a sua validação ou ceticismo.
Em um sentido mais comum, o
conhecimento é a capacidade de entender sobre algo. Exige um liame entre o
sujeito e a informação no sentido geral (fato, objeto ou a informação
específica). Portanto, é necessário que o sujeito interaja com o que vai ser a
fonte de seu conhecimento (o objeto que ativará seus sentidos, ou seja, a
informação em si), para que possa captar, processar, avaliar e agir.
2.1
O conhecimento filosófico
Cronologicamente, é possível afirmar
que o conhecimento filosófico tenha sido a primeira forma de expressão do
conhecimento baseado em argumentos organizados pela capacidade intelectual. E
assim sendo, estaria na Idade Antiga o início do conhecimento filosófico. Mas
desde aquela época a verdade nunca foi o objetivo.
O conhecimento filosófico é fruto da
observação e das reflexões sobre os variados e indeterminados temas da vida e
do Ser. Na Idade Antiga existiam aqueles que na participavam da prática
política e nem tão pouco se limitavam as atividades do trabalho diário.
Destinavam seu tempo e esforço na observação dos fatos políticos, das ações
humanas, dos fenômenos naturais e das preocupações do cotidiano. Considera-se,
portanto, uma forma legítima de conhecimento, tendo sido fundamental durante
todo o desenvolvimento das sociedades ao longo da história.
- Conhecimento empírico
Para esta forma de conhecimento todo
ser humano é capaz de obter conhecimento através da experiência. Alguns
filósofos do final da Idade Média, denominados empiristas, afirmavam que a
experiência seria a melhor forma de conhecimento. Provavelmente estavam
influenciados pela luta contra o conhecimento vociferado pelos membros da
Igreja, que julgavam-se oradores do conhecimento divino e da verdade, sobre
tudo e todos.
Outro pensador muito presente neste
tipo de conhecimento é Immanuel Kant. Para este filósofo há sim o conhecimento
obtido por meio da experiência, o que inclusive o fez dissertar, na obra A
Crítica da Razão Pura, sobre os limites do emprego da razão, na qual defendia a
importância da experiência como forma de conhecimento, ao mesmo tempo que
criticava a especulação.
Da mesma forma, o conhecimento
empírico também é uma forma de conhecimento, mas não possibilita a sua
fundamentação e defesa irrefutável.
- Conhecimento Religioso
Nesta forma de conhecimento há um
diferencial significativo entre as demais formas, e isto desde o seu surgimento
(seja o politeísmo ou o monoteísmo). Trata-se da “fé”. Devido a este elemento
também racional, propriamente um produto da capacidade intelectual do ser
humano, acredita-se de forma determinante em um ‘ente metafísico’, sendo este
detentor de todo conhecimento sobre a vida e o ser humano. E para os defensores
das doutrinas religiosas, estes conhecimentos são verdades inquestionáveis. No
entanto, o que se tem de imediata evidência, é que havendo muitas verdades
defendidas pelas diferentes religiões, não há uma que seja superior ou mais
verdadeira. O real dependerá da crença.
Mas, o que importa nesta forma de
conhecimento, é a verdade aceita pela pessoa que exerce a sua fé, e isto basta.
Não há, portanto, motivo para se basear em outras verdades, sejam elas de
outras religiões, ou decorrentes de outros tipos de conhecimento,
principalmente o científico, já que esta visa criticar e substituir as crenças profetizadas pelos representantes
de Deus. O início de toda forma de existência seria o núcleo central do grande
debate entre tais conhecimentos.
- Conhecimento Científico
Durante
a passagem dos século XV ao XVIII ocorreu o que os historiadores chamam de
Empirismo, estendendo-se posteriormente ao Iluminismo.
O Empirismo, mesmo que considerando
Aristóteles com um primeiro exemplo da Idade Clássica, surge no século XVII com
René Descartes em sua obra “O discurso do método” e mais contundentemente com John Locke, quando publica “Ensaio acerca
do entendimento humano”. Trata-se do início do cientificismo.
Para estes ensaístas literários, o
conhecimento humano era puramente racional e os fundamentos das ideias
baseavam-se nas experiências. Portanto, o conhecimento era fruto de métodos
lógicos que expressavam uma tese comprovada. Dado o momento de seu surgimento
na história, travou-se uma grande batalha de discursos entre os integrantes da
Igreja ( enquanto os “escolhidos” para serem os reveladores das verdades que
Deus anunciava) e os empiristas e racionalistas.
Para estes filósofos e autores das
regras do método experimental, a Igreja não expressa verdade alguma, e as
ideias e os conhecimentos apreendidos pelos seres humanos eram adquiridos por meio das práticas e das
experiências sensoriais. Porém, uma verdade só o era quando comprovada por
métodos experimentais, não por Deus.
Assim, deu-se início às formulações
teóricas estruturadas pelas experiências, que se desenvolveram ao ponto de
formulares teses acerca dos fatos sociais (sociologia), da existência e
movimento dos corpos (química e física), das culturas dos povos (antropologia),
da ação da mente humana (psicologia e neurociência), da formação das formas de
vida e suas características (arqueologia), além de outras formas científicas
direcionadas ao estudo das formações rochosas, da flora e fauna, das vidas
marinhas, dos agrupamentos urbanos entre diversos outros.
Eis uma forma de conhecimento que
atravessou séculos e hoje sustenta as necessidades humanas, desde os princípios
fundamentais da vida, como também da saúde e do próprio futuro da humanidade.
Apesar de também contestada, mantém forte como uma importante referência de
análise e produção de conhecimento.
Conclusão
O objetivo deste texto foi
apresentar de forma breve as principais informações sistematizadas sobre o
“conhecimento”. Objetivou ainda demonstrar o quanto variável e complexo o tema
se apresenta, apesar de tanto tempo decorrido ao longo do processo
civilizatório. O conhecimento e a capacidade intelectual humana são matérias de
estudos permanentes.
Provavelmente, o mais relevante é
admitir que o conhecimento é fundamental em nossas vidas, e que ele está
presente desde o primeiro minuto da nossa existência, e que apesar da possível
evidência aparente, a verdade ainda é uma questão de perspectiva e, consequentemente,
relativa.
O ser humano é produtor do
conhecimento, um analista atemporal dos acontecimentos, mas ainda assim, a sua
capacidade de pensar e criar, a partir de sua capacidade intelectual e
racional, é algo notavelmente indefinido
e impreciso. Conhecer os fenômenos da vida, seja do passado, do futuro e do
presente, e conhecer sobre a si mesmo, motivam as potencialidades humanas, para
aprimorar a qualidade de vida e a superar os obstáculos que se apresentam. O
ser humano é um ser complexo, mas a sua busca pelo conhecimento simplifica a
vida coletiva. Talvez seja esta a grande tarefa de cada ser humano: viver,
conhecer e tornar-se cada mais forte diante do imensurável mundo ainda
desconhecido.
Enfim, o conhecimento é a principal ferramenta
para que seja possível promover o desenvolvimento individual de ser humano, na
medida em que surgimos como uma folha em branco no primeiro sopro de vida.
Todavia, a consciência é o guia de
nossas ações, da qual as nossas decisões
são produzidas, ainda que influenciada por todo um processo de desenvolvimento
ao longo da vida. Desde os temos mais remotos, tem-se definido o princípio da
felicidade como o princípio mais importante de toda existência humana. A
consciência individual, de cada ser humano, deveria estar baseada neste
princípio.

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